A História dos Factores de Transferência
O doutor H. Sherwood Lawrence descobriu que podia transferir uma resposta imunológica de um hospedeiro a um receptor mediante a
injecção de um extrato de leucócitos. Postulou-se que o extrato possuia uma substância capaz de transferir a capacidade imunológica
entre receptor e dador. Lawrence chamou a esta substância de Factor de Transferência, termo agora usado pela comunidade científica.
Foram publicados milhares de estudos científicos sobre as propriedades e utilização dos Factores de Transferência. No inicio, como
se estava a estudar uma nova substância, poder-se-ia esperar tudo – desde uma cura milagrosa até ao falhanço total. A promesa dos
Factores de Transferência em se afirmarem como uma resposta aos nossos problemas imunológicos era demasiado boa para ser real. Na
realidade várias condicionantes se apresentavam perante os cientistas que estavam a explorar as potencialidades dos Factores de
Transferência.
Três dessas condicionantes são especiais:
A sua complexidade. Os extractos de Factor de Transferência contêm mais de 200 Factores de Transferência individuais. Não
possuem qualquer padrão químico como os medicamentos standard. Como na natureza, a sinergia criada entre as partes é a chave. A
separação dos componentes individuais de um produto natural diminui as suas propriedades e a sua eficácia. Esse perigo pairava
sobre os Factores de Transferência. A evidência da especificidade de cada componente pode ser observada na descoberta recente de
duas moléculas reguladoras do sistema imunitário (IMREG I e IMREG II). Cada uma possui uma função específica para o equilíbrio do
sistema imunitário.
O controlo de qualidade. Este era o segundo obstáculo a vencer. Não existia nenhuma prova de confiança que determinasse a
correcta extração dos Factores de Transferência. O problema foi resolvido por Wilson e Fudenberg, a quem se lhes outorgou a patente
pela descoberta.
O terceiro problema está directamente relacionado com as barreiras convencionais a vencer quando se introduz um novo conceito
ou quando se efectua uma nova descoberta. Os Factores de Transferência simplesmente não encaixam nos padrões da imunologia
convencional. Podemos traçar um paralelismo entre a Idade Média e a nossa época. No séc. XIV a Peste Negra matou um quarto da
população europeia. Muitas tentativas para combater a praga foram bloqueados devido a inúmeras superstições e crenças convencionais.
Do mesmo modo, as investigações sobre os Factores de Transferência foram afectadas pelos dogmas convencionais da imunologia. Ainda
hoje este facto impede acentuados progressos em muitas áreas críticas. Num recente simpósio internacional sobre Factores de
Transferência, o Dr. D. Viza afirmou o seguinte:
"No final do séc. XX, o triunfo da biología é inquestionável. No entanto, o triunfo da ciência biológica está longe de estar
terminado. O número de vidas ceifadas por doenças como o câncer/cancro continua a crescer e a cura da SIDA continua a fugir-nos.
No campo da ciência indutiva, o paradigma dominante raras vezes pode ser questionado mediante um ataque frontal, especialmente
quando aparentemente atinge resultados positivos. Só as chamadas "revoluções científicas" podem destitui-lo. Não devemos então
surpreendermo-nos com a forma algo depreciativa como foram recebidos os Factores de Transferência... a sua suposta forma de
actuar contradiz os dogmas da imunologia e da biologia molecular. Quando os factos questionam os dogmas, seja em religião,
filosofia ou ciência, têm que ser reprimidos... porque questionam o paradigma dominante. Mas quando os factos estão relacionados
com questões mais graves, a sua repressão deveria tomar contornos criminais. Devido ao fracasso da ciência médica em controlar a
epidemia de SIDA e uma vez que Transfer Factor foi utilizado com êxito no combate a infecções virais, poder-se-ia utilizá-lo para
minimizar os estragos da doença e atingir resultados muito mais satisfatórios. Do mesmo modo que existiam evidências que sugeriam
uma solução para a Peste Negra, há hoje indícios claros que indicam uma possível solução para as pragas modernas. O fortalecimento
do nosso sistema imunitário é a principal questão de saúde que enfrentamos individualmente (e também como sociedade) hoje nem dia.
Os Factores de Transferência irão desempenhar um papel fundamental na manutenção da nossa saúde a médio e longo prazo."
Existem milhares de complementos que afirmam poder melhorar a sua saúde, mas raramente um produto desperta tanto entusiasmo junto
dos profissionais de saúde como o Factor de Transferência de 4Life.
|
|
|